Curtas Cilindradas Magazine

Carros clássicos e antigos sempre terão lugar em três corações: o dos apaixonados por eles, o dos admiradores deles e o da Cilindradas Magazine, que não fala em outra coisa senão deles…

Curtas Cilindradas Magazine
As apaixonantes raridades, clássicas e antigas, estão no Curtas Cilindradas Magazine.
Fotos: Slash Gear

A ‘alquimia’ de Antigos no interior de São Paulo

Assista a impressionante coleção de Antigos do químico Guido Dantas.

O Curtas Cilindradas Magazine desta edição começa com um vídeo publicado nas mídias sociais pelo JC, jornal da cidade de Rio Claro (SP), em sua coluna ShowCar, sobre a coleção de Antigos do químico e empresário Guido Dantas, 78 anos, que transformou sua paixão por veículos clássicos em um impressionante acervo.

Em um galpão, ele guarda mais de 40 carros, cerca de 40 mobiletes e 200 bicicletas de diversas marcas.

Colecionador desde 1992, Guido exibe raridades como um Ford 38 e um Santa Matilde 78/79, ainda não dirigido. Seu xodó é um Fusca 1978 “azul calcinha”, herança de sua mãe, onde seus filhos aprenderam a dirigir e que agora será restaurado com placa preta.

Apesar do desafio da manutenção da vasta coleção, Guido, com o apoio da companheira Marilda Ribeiro, que também aprecia os clássicos e tem um Ford Prefecta dos anos 30 como favorito, sente orgulho em preservar a história automotiva para as novas gerações. “Ver ao vivo é muito mais impactante”, afirma o colecionador.

A poeira que a Jaguar largou em cima da concorrência

Curtas Cilindradas Magazine - Jaguar

Com seus esportivos de tirar o fôlego e sedãs executivos e de luxo, todos impulsionados pelo inovador motor XK de seis cilindros em linha, as duas primeiras décadas do pós-guerra da Jaguar deixaram as outras montadoras mordendo a poeira. Essa motorização de ponta fazia com que os concorrentes na mesma faixa de preço parecessem verdadeiros paquidermes lentos. Este sedã 3.4, um dos últimos de sua geração e que dividia o palco com o elegante XK150 e o imponente Mark IX, é a prova de como um sedã compacto da marca britânica podia ser emocionante em sua essência original.

Continua após a Publicidade

Irmãos fazendeiros com faro de engenheiros criaram este Chevy "small block"

Curtas Cilindradas Magazine - Chevy

Longe de ter sido concebida em sofisticados softwares de design, a postura agressiva deste Willys 1940, um veterano das Gasser Wars, nasceu da paixão e da engenhosidade de dois grupos de irmãos fazendeiros – os Avilas e os Rogers – que o pilotaram nas categorias Gas Supercharged por mais de meio século. Sua trajetória nas pistas do Vale Central da Califórnia chegou a um fim dramático com uma explosão de embreagem que estraçalhou partes do chassi, da parede corta-fogo e do interior. Em 1966, Dan Semchuk, então com apenas 16 anos, ouviu falar de um antigo Gasser à venda e desembolsou US$ 450 – “todo o dinheiro que eu tinha no mundo!” – com a intenção de restaurá-lo para as competições. Contudo, o sonho adolescente foi se desvanecendo com o tempo e a inflação, até que Dan arrematou um motor Chevy 350 “small block” em um leilão beneficente, o que o levou de volta às ruas. Desde seu retorno triunfal em 1981, este guerreiro renascido já acumula mais de 80.000 quilômetros rodados, e a contagem continua.

Um lucrativo ‘Inferno sobre Rodas’

Curtas Cilindradas Magazine - inferno sobre rodas

À primeira vista, replicar um tanque M-60 Sherman poderia parecer uma decisão insensata no contexto da retirada apressada das forças americanas do Vietnã do Sul no início dos anos 70. No entanto, o veterano Bob Perry não permitiu que o crescente sentimento antiguerra sabotasse seu projeto. Assim nasceu o ‘Inferno sobre Rodas’, um dos shows mais lucrativos e duradouros do mundo das corridas de arrancada. Leve e veloz, tinha potencial para superar qualquer adversário em provas de empinada. Desafiando a aerodinâmica de, digamos, um tanque do exército, seu motor “big block” Chevy superalimentado impulsionava-o a velocidades próximas dos 225 km/h. Sua popularidade provou ser tão resistente que, na década de 80, seu rival nos shows, Bill “Maverick” Golden, adquiriu o antigo tanque para competir com seu famoso Little Red Wagon.

Um Rolls-Royce Phantom ‘Flor de Cerejeira’ à moda japones

Inspirado pela atmosfera vibrante da primavera, um cliente chinês realizou um sonho singular ao encomendar um Phantom à Rolls-Royce. O tema escolhido para materializar essa visão foi a “Flor de Cerejeira”, uma homenagem à estética japonesa.

A exclusividade desta criação Rolls-Royce encontra sua musa no “Hanami”, termo japonês que traduz a contemplação das flores. Essa tradição primaveril, profundamente enraizada na cultura japonesa, celebra a beleza efêmera das cerejeiras em flor, reunindo pessoas em parques e às margens de rios para desfrutar da natureza, de refeições, bebidas e da companhia uns dos outros sob a delicada cobertura floral.

Na cultura japonesa, as flores de cerejeira carregam um simbolismo profundo, representando a natureza transitória da vida. Ciente dessa significância, a Rolls-Royce abraçou com seriedade a missão de traduzir essa experiência simbólica para o interior deste Phantom. A dedicação foi tamanha que o desenvolvimento do bordado do forro do teto exigiu seis meses de trabalho meticuloso e a aplicação de 250.000 pontos.

Encontrou alguma informação incorreta em Casa Texto Comunicação? Ajude-nos a corrigir rapidamente! Clique no botão ao lado e nos envie uma mensagem.

Nos envie uma sugestão, comentário ou crítica.

guest
0 Comentários
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Clindradas Magazine Background
Visão Geral

Este site usa cookies para que possamos oferecer a você a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e desempenham funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.